As Fendas no Tempo

Celebrar é uma forma de reverenciar

O que é reverenciar? É a habilidade de reconhecer algo como “sagrado”, “importante”, “valioso”.

Como reconhecer o que é sagrado, importante, valioso? Para reconhecer, é preciso ter critério, discernimento, ponderação e avaliação. E todos eles são construídos a partir do estudo e do aprendizado. Sem estudo e sem aprendizado não há possibilidade de amadurecermos e ampliarmos nossa capacidade de entender a essência de todas as coisas e de avaliar o que é, de fato, importante em nossas vidas.

Por isso, o altar é formado por 3 pedras. Cada uma representa um pilar fundamental do desenvolvimento humano: o estudo (pedra de base, maior), a meditação (pedra do meio) e a celebração (pedra do topo, bem menor).

As celebrações e ritos são fundamentais para desenvolver o contentamento e a gratidão pelo o que já temos (rompendo com o olhar obcecado para a falta) e reverenciar o que seja sagrado em nossas vidas. Mas é a pedra menor do altar, do topo, porque sozinha não se sustenta, não leva à transcendência.

Ser espiritualizado é ser uma pessoa dedicada ao desenvolvimento dos seus pensamentos, sentimentos e comportamentos.
Por que penso como penso?
Por que sinto da forma que sinto?
Porque me comporto como me comporto?

Se não reflito sobre essas questões, não consigo entender o que me constitui. Se eu não consigo entender o que me constitui, então não consigo me transformar. Se não me transformo, permaneço a mesma pessoa. Se continuo sendo a mesma pessoa, então a vida continua me respondendo sempre da mesma maneira. E assim vamos criando os ciclos robóticos e repetitivos na nossa vida.

Dentro do universo da espiritualidade, é muito comum os ritos e as celebrações. E muitas pessoas acham que isso já seria o suficiente para nos espiritualizarmos. Mas, a Cabala Ancestral tem um olhar mais profundo sobre essa questão.

É preciso unir as 3 pedras do altar: o estudo, a meditação e a celebração. Se desenvolvemos apenas 1 desses pilares, não chegamos à nenhuma transcendência. Somente o desenvolvimento dos 3 pilares é capaz de promover uma transformação genuína no Ser e na Vida.

Mario Meir é um cabalista e um pensador humanitário, tendo dedicado toda sua vida a resgatar os valores humanos e éticos para a elevação da consciência.

Mario Meir nasceu no Rio de Janeiro, em 1 de Adaru (Adar) do ano cabalista de 5731, numa família de longa tradição de poetas, professores e escritores.

Mario Meir é presidente da Academia de Cabala desde 1990, quando assumiu a liderança sucedendo ao mestre cabalista Daniel Benari. A partir desse mesmo ano, passou a abrir as portas da sabedoria ancestral da tradição para todos aqueles que desejassem alcançar uma melhora pessoal através da compreensão espiritual.

Sob sua liderança, a Academia de Cabala se tornou pioneira no resgate da tradição original, fazendo de Mario Meir o pensador e idealizador da Cabala Ancestral (Kabalta Kianá).
Estudou com Daniel Benari desde os 17 anos, tornando-se seu sucessor. Para levar a tradição da sabedoria mística para as pessoas de todo o mundo, Mario Meir dedica-se ao estudo e tradução dos textos arcaicos, sendo o maior representante da linha contínua dos ensinamentos de Abraão Abuláfia (Séc. XIII).

Também recebeu de Tulla Sore, que lhe instruiu nos mistérios dos ritos femininos da Tradição Cabalista, os passos para resgatar os antigos rituais do feminino, nesta geração. Sua principal contribuição para a disseminação da Kabalta Kianá (Cabala Ancestral), inclui a editoração, tradução e publicação de muitas de suas obras fundamentais, e a liderança da maior representação da Cabala Ancestral na contemporaneidade.

“Preservamos e cultivamos os valores da antiga tradição da Cabala Ancestral”

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