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Mulheres de Tradição

Preservamos e cultivamos os valores da antiga tradição da Cabala Ancestral

Seguindo os princípios da herança histórica da Cabala Ancestral a Família Meir segue como liderança da natureza do trabalho de preservação, ensino, transmissão da Cabala Ancestral no mundo.

Atualmente carregam, junto com toda a comunidade e demais famílias, o cajado dos ancestrais, sustentando a preservação da tradição da Cabala Ancestral

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Juliana calut
meir

Transformar a Vida em Arte

Sou Juliana Calut Meir, minha vida sempre foi voltada para a arte. Passei pelo teatro, pela dança, pelo circo e encontrei novamente a arte na Cabala Ancestral, como administradora da Academia de Cabala, dando aulas de meditação em movimento e na construção diária dessa grande família e de uma vida com sentido.

Todos os artistas são pretensiosos pois procuram com a sua arte alcançar o sublime.

Sendo o sublime a conquista da superação.

O sublime é a capacidade de se estar em paz na guerra, de encontrar a beleza na feiura, de ter visão em meio à cegueira do mundo e de transformar nossos dramas em poesia. 

No circo a busca pelo sublime se dava no espetáculo, onde eu doava o meu espírito e o meu corpo para completar um quadro.

O sublime do circo está na sua pretensão de vencer a gravidade, de vencer os limites do corpo e de despertar nos espectadores o olhar da inocência, esse olhar infantil que como num  sonho tudo é possível.

Mas a minha pretensão de arte mudou. Mudou pois sou um ser em fluxo e pude me lançar num caminho até então desconhecido para mim.

Hoje não só faço parte mas estou à frente desse caminho que se dispõe a resgatar a Tradição da Cabala Ancestral e, junto com ela, um espírito nômade adormecido, colocando em prática este pensamento, resgatando os valores desse espírito e ajudando a desbravar uma mata fechada, voltando a caminhar por pedras que há muito tempo não eram pisadas e descobrindo novas paisagens.

 Foi caminhando por pedras e por essas novas paisagens que reencontrei a arte. Que me dei conta que a arte nunca me deixou.

Hoje a minha pretensão é alcançar o sublime no meu caminhar, nas alegrias e nos desafios de construir essa grande família, de educar os nossos filhos, de viver a cumplicidade e a união de um feminino forte e presente, de me superar a cada dia na construção de um Amor Maior, de uma vida com propósito  e de vivenciar a beleza e a profundidade de um pensamento milenar… É transformar em quadros a minha vida. É trazer o olhar inocente para a vida, esse olhar sem malícia que contém todas as possibilidades de um sonho.

Sou Cabalista aprendendo a receber tudo o que a vida me traz. Sem medo do destino, sem medo do mistério. Sem medo de me jogar de um trapézio. Sem medo de me jogar no abismo, nos mistérios da vida.

Agradeço ao circo e à dança que me trouxeram até aqui e que me mostraram os calos e a beleza da arte.

Agradeço à  minha família e à Cabala Ancestral que me fazem olhar para vida e ser capaz de enxergar os quadros que se formam e que me traz a possibilidade de transformar a minha vida em arte.

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Juliana Kishta Maran

Sabedoria da Terra! Foi a Hakimara que me trouxe de volta para o meu corpo, para a minha casa, para a minha essência.

Eu sou Juliana Kishta Maran e te convido para mergulhar comigo na sabedoria da terra. 

Minha história de vida sempre foi voltada para a arte e a natureza, logo sempre tive fascínio em explorar os sentidos.

Na Cabala Ancestral, me deparei com diversas possibilidades de trabalhar com cura, mas foi ela, a Hakimara uma palavra em Aramaico que significa: Sabedoria da Terra, que me apresentou uma linha de pensamento que elucidou as minhas inspirações, que me levou direto para a minha ancestralidade, que me reconectou com o meu feminino, que me fez explorar o meu corpo, e me reconectar com a minha casa. 

A busca do auto-conhecimento através dessa Tradição milenar me possibilitou resgatar uma potência do meu feminino essencial. Através de inspirações ancestrais desenvolvi terapias com a Sabedoria da Terra, produção de objetos de poder, reconstrução da minha auto-imagem e poesias.

Me encontro hoje enraizada na minha missão de vida que é voltada à maternidade, a cura e toda a sabedoria da terra como forma de expressão da luz. 

A busca de um mundo melhor começa dentro de mim e compartilhando com você as minhas descobertas, podemos juntas mergulhar em nossas sombras, iniciando um processo de refinamento e retorno para a nossa casa. 

“O mundo parou! Quanto choro e quanta dor! Por quê não aproveitar este momento para fazer a curva, remontar a estrutura, repensarmos a nossa vida?

O vírus parou o planeta, trazendo a necessidade da união entre os homens, a união das famílias, a maturidade em relação ao nosso corpo físico e a nossa casa.” 

"Esse é um material fundamental para nós e todos que estamos fazendo a transição para o mundo novo" A Kishta permite que a informação flua por ela, pelo corpo, pela laringe. Gratidão!
Maria Augusta
Carnavalesca

Todas as aulas que eu dei ao longo da quarentena. Assista abaixo:

Hakimara é um termo em Aramaico que significa, sabedoria da Terra. Essa relação com a Terra existe por dois motivos: Primeiro é a conexão com o feminino 

Marcia Suria Meir

"O útero é sagrado porque gera vida, porque ele continua sendo o jarro que se quebrou na criação de tudo. Quando Inannah sonhou, ela abriu seu útero, rompeu seu jarro e nasceram todos os filhos."

“Somos mulheres, somos coração, somos generosidade, somos potência.

Um abraço para o futuro, para as próximas gerações, para aquelas que entenderão o amor sem definições.

Nós três quebramos estruturas, alargamos conceitos, estreitamos laços com as mulheres que vieram antes de nós. O sagrado feminino não é algo a parte, que devemos vivenciar de vez em quando. 

O sagrado feminino se dá quando você reconhece que a outra é sagrada e ela reconhece que você é sagrada. O sagrado feminino não acontece quando você se vê sagrada, mas quando você vê a outra sagrada.

O jarro não se quebrou para você se ver, o jarro se quebrou para você enxergar o outro. 

O útero é sagrado porque gera vida, porque ele continua sendo o jarro que se quebrou na criação de tudo. Quando Inannah sonhou, ela abriu seu útero, rompeu seu jarro e nasceram todos os filhos.

Quando abrimos o nosso útero para criar, quando somos fecundadas pela potência, continuamos a criar, como no primeiro ato da criação. 
Porque a criatura é imagem e semelhança da criação. 
Porque somos imagem e semelhança da luz infinita. Não existe tempo parado: Aconteceu lá trás, há bilhões de anos… 
A contagem do universo não é essa, para o universo nunca parou de acontecer.

Quer ver Deus? Olha em volta. Não há nada no alto, no longe, no espaço. O espaço está aqui, o longe é o perto e o alto é só virar de cabeça para baixo que você o toca.

Quando era pequena, esticava o dedo para tocar o céu e sentia que podia movimentar as nuvens. Isso sempre foi real para mim e ainda continua sendo…

Eu tenho a honra de ter recebido a oportunidade através da Calut e da Kishta para continuar junto com elas o legado das nossas ancestrais preservando o lugar sagrado das mulheres.

Tanto se fala em resgatar o feminino nos dias de hoje, mas o principal resgate acontece no coração, no desejo real de mudar comportamentos que nos afastam umas das outras. Com elas tenho a alegria de novas descobertas, com elas tenho filhos que compartilhamos a educação e o amor, com elas temos filhos espirituais que tanto amamos, com elas tenho a graça de viver uma vida plena com sentido.

Com elas viverei para sempre haja o que houver.

Agradeço ao Mario por ser a tocha que ilumina nossas vidas.”

Aniuta!

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